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GESTÃO DE CRISE

QUAL O MOMENTO DE DIFICULDADE DA SUA EMPRESA?

Em um ambiente econômico complexo e volátil todas as organizações estão sujeitas a passar por situações de anormalidade e tensão. O processo de reação pode começar antes da empresa alcançar o nível de endividamento financeiro acima da capacidade de geração de caixa.

O primeiro passo é a elaboração do diagnóstico completo e objetivo que identifica as reais causas e efeitos das dificuldades existentes, no qual serão analisados: core business, geração de valor, planejamento estratégico, market share, dados comerciais, marketing, finanças, fluxo de caixa, principais custos, recursos humanos, operação, logística, TI, processos, tributário, fiscal, informações gerenciais, contabilidade entre outros.

O objetivo do diagnóstico é estabelecer a real posição da empresa sob os aspectos estratégicos, operacional, administrativo e financeiro. Além disso, é possível verificar se de fato há condições de reestruturação e sobrevivência no curto, médio e longo prazo, bem como estabelecer a posição dos stakeholders e apoio necessários nos diversos cenários. Ou seja: valor de reestruturação vs. venda vs. recuperação judicial ou extrajudicial vs. falência. Esta metodologia permite o desenvolvimento assertivo do potencial plano de ação (Business Action) de ampla reorganização. É possível, portanto, sobreviver e aproveitar aprendizados e oportunidades, desde que a empresa esteja comprometida a sanar as dificuldades a partir da atuação estratégica.

CAPACIDADE DE REAÇÃO É A NOVA EXIGÊNCIA.

O CICLO DA CRISE SE DESENVOLVE DA SEGUINTE FORMA:

QUAIS SÃO AS ESTRATÉGIAS CONVERGENTES?

AUMENTO DE RECEITAS

O planejamento e controle de vendas são decisivos para o aumento de receitas. O objetivo é realizar uma análise apurada das principais alavancas que influenciam nos resultados e assim definir metas compatíveis com as reais oportunidades existentes.

CAPITALIZAÇÃO

São diversas modalidades aplicáveis: participação societária, através de novo sócio, join ventures, M&A, investidor anjo, fundo de investimento, investimento coletivo, bem como os mais tradicionais como o leasing, antecipação de recebíveis, linhas de créditos bancários e de fundos de fomento a inovação, sendo alguns à fundo perdido.

CONTROLE DE CUSTOS

Identificar principais custos, despesas e passivos para disseminar as melhores práticas de controle efetivo, visando a melhoria do fluxo de caixa, perdas e desperdícios, redução dos custos variáveis e melhoria da eficiência econômica dos principais processos produtivos e estratégicos da empresa.

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CONTROLE DE CUSTOS

Analisar os contratos e principais riscos e potenciais abusos, pesquisar condições mais vantajosas em outras instituições de crédito e assumir uma participação ativa nas negociações e acordos.

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CONTROLE DE CREDORES e INADIMPLÊNCIA

Identificar principais agentes desse cenário e avaliar qual a política de relacionamento e retorno será adotada pela empresa.

QUAIS SÃO AS ALTERNATIVAS PARA EVITAR A FALÊNCIA?

RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL

A Recuperação Extrajudicial é uma medida jurídica que propicia a harmonização de interesses entre devedores e credores. Trata-se de uma renegociação das dívidas empresariais, nos termos e condições previamente avençados pelas partes por livre disposição de vontade, desde que atendidos os requisitos legais aplicáveis. Desta forma, visa sanear a crise econômico-financeira, salvaguardando a fonte produtora, os empregos, os interesses dos credores e viabilizando a realização da função social da empresa.

O devedor, para ter direito a recuperação extrajudicial, deverá cumprir três requisitos: a) exercer atividade empresarial; b) provar o seu exercício regular há pelo menos dois anos (por meio da apresentação dos atos constitutivos devidamente registrados, ou certidão expedida pelo órgão de registro de empresas); c) e ter obtido a adesão mínima dos credores por ele escolhidos e sujeitos ao plano de recuperação extrajudicial. No entanto, os titulares de créditos de natureza tributária, derivados da legislação do trabalho ou decorrentes de acidente de trabalho, bem como créditos trabalhistas decorrentes de dívidas com garantia fiduciária, arrendamento mercantil e compra e venda de bem como contrato de câmbio não serão abrangidos pelo plano de recuperação extrajudicial.

A homologação judicial do plano de recuperação extrajudicial, poderá ser facultativa, se o plano for aceito pela totalidade dos credores, ou seja, todos os credores a quem o plano teve abrangência. Esta homologação também poderá ser obrigatória quando o plano for aceito pelo menos por 3/5 de todos os créditos de cada espécie (com aderência de 60% dos credores). Através da publicação do edital de convocação, todos os credores poderão apresentar impugnações, que terão o prazo de 30 dias contados da publicação do edital. O pedido de homologação do plano de recuperação extrajudicial não acarretará suspensão de direitos, ações ou execuções, nem a impossibilidade do pedido de decretação de falência pelos credores não sujeitos ao plano de recuperação extrajudicial. Por fim, a homologação constitui um título executivo judicial e não impede a apresentação de novo pedido de homologação de plano de recuperação extrajudicial. Outro aspecto importante é a questão da sucessão tributária no caso de alienação da empresa a terceiro: na recuperação judicial não há sucessão das responsabilidades tributárias; porém na recuperação extrajudicial há sucessão das responsabilidades tributárias.

Quais são as vantagens da recuperação extrajudicial? Os principais incentivos da recuperação extrajudicial são a celeridade e o custo mais acessível do que os da recuperação judicial. Com menos burocracia, as pequenas, médias e grandes empresas e os credores privados (como instituições financeiras e fornecedores) passam a ter uma maior comodidade na superação da crise.

RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Recuperação Judicial é uma Moratória Legal, com o objetivo de viabilizar a superação do estado de crise econômico-financeira do devedor, com o intuito de preservação da empresa. É um meio formal para que a empresa em dificuldades reorganize seus negócios, redesenhe o passivo e se recupere de momentânea dificuldade financeira. O pedido de recuperação judicial deve ser feito na Justiça, a partir do pedido, a empresa tem seis meses para tentar um acordo com credores sobre um plano de recuperação que definirá como sairá da crise financeira. O poder judiciário analisa o plano de recuperação e se a documentação estiver completa, emite o despacho que autoriza a início da recuperação judicial. Após o despacho, a empresa tem 60 dias para apresentar o plano de recuperação à Justiça (caso contrário, o juiz decreta sua falência).

Desta forma, o plano de recuperação judicial poderá ser apresentado aos credores. Nesta sequência, os credores tem 180 dias (contados a partir do despacho) para aprovar ou não o plano. Se aprovado, a empresa entra em processo de recuperação judicial. Se não for aprovado, o juiz decreta a falência da empresa. A negociação entre as partes é intermediada por um administrador judicial nomeado pela poder judiciário. No plano de recuperação judicial, é analisada toda a parte contábil, de produção, estoque e fluxo de caixa da empresa. É necessário fazer uma a projeção de como a empresa fará para organizar o financeiro, bem como apresentar aos credores como as dívidas serão pagas, em qual prazo e como de forma isso acontecerá. Por exemplo, deve estar discriminado se o pagamento será feito em parcelas fixas, se para isso a empresa venderá bens, se irá se desfazer de uma filial etc. Durante o processo de recuperação judicial, a empresa deve cumprir o estabelecido no plano. Enquanto isso, as operações da empresa seguem normalmente. A empresa precisa apresentar um balanço mensal para prestar contas ao juiz e aos credores sobre a continuidade dos negócios. Caso a empresa não cumpra o que está no acordo, o juiz decreta a falência da empresa.

E vale também para as micro e pequena empresa? No passado, a lei de recuperação de empresas era orientada apenas ao resgate de médias e grandes companhias, a partir da criação de um procedimento ordinário. Atualmente, no entanto, são elas que lideram o requerimento de processos de recuperação judicial no Brasil. A Lei n. 11.101/05 traz, em seu Artigo 70 e seguintes, a orientação de como as micro e pequenas empresas podem se valer dos benefícios legais da recuperação judicial. Até a promulgação desta legislação, somente as grandes empresas poderiam gozar deste benefício. As micro e pequenas empresas têm cada vez ganhado espaço econômico nacional, visto que correspondem a mais de 90% das empresas em funcionamento no Brasil e também pelo fato de que este modelo empresarial detém mais 85% da mão de obra ocupada em todo o território brasileiro.

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Die einfachste form eines kondensators ist ein plattenkondensator, der aus zwei sich gegenüberstehenden, hausarbeiten schreiben lassen voneinander isolierten metallplatten besteht, zwischen denen sich luft befindet.